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Como educadora de infância esta é uma questão que me causa “urticária” quando a ouço… O pré escolar é a primeira etapa do sistema educativo português e antecede a escolaridade obrigatória. Destina-se a crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos de idade. 

Como tal, quer os vossos filhos frequentem uma escola pública, privada ou IPSS (instituição particular de solidariedade social), desde que estejam nesta faixa etária estarão sempre na “pré”. O importante em todo este processo e principalmente nesta idade é compreender a qualidade da resposta pedagógica. Não é melhor, nem pior na rede pública, no privado ou numa IPSS. Há excelentes profissionais em qualquer escola. 

Como educadora e também como mãe, deixo o meu conselho a todas as mães e pais, se estão satisfeitos com o jardim-de-infância que os vossos filhos frequentam, se consideram que a resposta pedagógica está adequada ao desenvolvimento dos mesmos, se sentem que os vossos filhos são amados e respeitados, não os retirem aos 5 anos para “irem fazer a pré”! Uma resposta educativa de qualidade inicia o trabalho de pré-escolar quando a criança entra aos 3 anos e termina quando sai aos 6 anos. 

Porquê sujeitar crianças ainda tão imaturas a adaptações distintas dois anos seguidos? Já é suficiente fazerem essa transição quando entrarem para o 1º ano do 1º ciclo! As crianças precisam de ser crianças, precisam de brincar, de liberdade, de ar livre, de crescerem na sua maturidade e auto-estima num local que lhes transmita segurança e onde tenham laços afetivos estabelecidos. E sobretudo precisam adquirir as competências fundamentais para as aquisições futuras, mas de uma forma lúdica e não escolarizada! 

Tudo a seu tempo!



Como mãe que sou e sobretudo porque tenho uma mente irrequieta reflito muitas vezes sobre este assunto. Que futuro quero eu para os meus filhos? Logicamente, como qualquer mãe, quero que sejam adultos responsáveis, realizados (pessoalmente e profissionalmente), autónomos, com valores de respeito e cidadania e sobretudo FELIZES. Mas estarei eu a educá-los nesse sentido? Estarei a traçar os seus caminhos ou estarei a conseguir dar-lhes as ferramentas para que sejam eles próprios a traçá-lo? Acredito e defendo que as crianças aprendem a aprender, através da ação e da experimentação, da tentativa e do erro (fundamental para o crescimento), porém muitas vezes deparamo-nos com situações em que observamos os pais a não darem hipótese à criança de ser autónoma no seu processo de desenvolvimento. Deixamo-nos embrenhar no medo de que algo corra mal, que se magoem, que caiam, que sofram…mas não é assim a nossa vida diária? Quantas e quantas vezes no nosso dia-a-dia não nos magoamos, caímos, sofremos??? Será saudável não os deixarmos experimentar, não os deixarmos ficar frustrados com as adversidades da vida? A criança para ser segura, autónoma e responsável precisa ter noção do perigo e para tal precisa de ação (claro que sempre com o suporte da família), precisa conhecer o significado real do NÃO, pois só assim saberá gerir emoções e fazer escolhas acertadas no futuro. Uma criança sem regras e sem limites é uma criança profundamente insegura e será concomitantemente um adulto que viverá à deriva numa sociedade cada vez mais exigente.

Diz a sabedoria popular que “ o futuro a Deus pertence”, mas talvez não fosse má ideia nós pais darmos uma ajudinha!



A frase não é minha, mas sim de um psicólogo que tanto aprecio e a quem recorro muitas vezes através da literatura. No entanto sou grande defensora desta máxima. Todo o desenvolvimento das crianças acontece por etapas, mas nenhuma delas é estanque, nada sucede no dia em que a criança completa mais um aniversário. E em relação à questão da carga horária das escolas do 1º ciclo, assim como à carga de trabalhos de casa, partilho exatamente da mesma opinião. As crianças que frequentem ou não a educação pré-escolar não dão um tão elevado salto de maturidade no mês de Agosto que em Setembro estejam de tal modo “crescidos” para estarem tantas horas sentados, só com 15 minutos de recreio, que entre lanche e brincadeira não chega. Também não me parece plausível que, após uma manhã ou tarde de escola, cheguem a casa e ainda tenham uma “dose” de trabalhos para fazer.  As crianças, com 6 anos principalmente, precisam chegar ao fim do dia e ter o seu espaço, as suas brincadeiras, as suas rotinas familiares. Mas ao que muito se assiste é que levam tantos trabalhos para fazer que o tempo de brincar deixa de existir. E é assim que depois se assiste a grandes birras de final do dia em que crianças e pais estão exaustos e que em vez de estarem a partilhar um momento de harmonia estão a “stressar” com T.P.C’s. O cansaço, a frustração e o desencanto pela escola em breve começarão a surgir o que é lamentável! E com isto não quero dizer que sou redondamente contra os trabalhos de casa, acho, efetivamente, que a escola e a família devem trabalhar em estreita relação, e o facto de a criança trazer trabalhos de casa acaba por ser uma forma dos pais irem estando a par do que estão a aprender e a trabalhar na escola. Agora que seja pontualmente, com conta peso e medida! Contudo muitas das crianças que acompanho no pré-escolar, ao chegarem ao 1º ano trazem trabalhos de casa diariamente e inclusive até algumas fichas que não terminaram na aula. Desta forma sou redondamente contra…em casa o que é de casa, na escola o que é da escola!!! Não se deve sobrecarregar demais as crianças principalmente neste seu primeiro contacto com a escola! Sugiro sempre aos pais que não se deixem ficar e que mostrem o seu descontentamento junto dos professores quando assim é.

A escola deve ser um lugar de prazer, de harmonia, de querer aprender e não de sacrifício e de obrigação!



Há dias o meu filho D. com 9 anos durante uma conversa antes de adormecer partilhou algo comigo que me deixou pensativa e bastante reflexiva sobre a nova conceção de infância (assim lhe chamo eu…). O D. sempre gostou de brincar com legos, Playmobil e agora por ter ido ao cinema no verão ver o filme “Carros 3”, descobriu que afinal havia uma caixa cheia de carros cá em casa! Como qualquer outra criança da sua idade também gosta de jogar videojogos, de ver vídeos no youtube e de se deliciar com programas de pré-adolescente. No entanto, tentamos dosear o tempo que dedica às novas tecnologias (mais eu do que o pai!!!). 

Voltando ao início, há dias disse-me o seguinte:
- Mãe eu acho que sou muito infantil para a minha idade.
Eu fiquei perplexa com tal afirmação… Questionei o porquê do que me estava a dizer e eis que ele me diz:
- Mãe os meninos da minha idade lá na escola já não brincam com brinquedos como eu.
Agora questiono eu…será normal crianças com 8/9 anos já não brincarem? Levarem telemóvel para a escola e passarem os intervalos a fazerem filmes? Crianças desta idade com contas no facebook e youtube?
Onde está a infância? Se as crianças não brincarem agora quando o irão fazer?

Bem sei que a nossa sociedade atual depende das novas tecnologias e sou a favor de que as crianças disponham de ferramentas que lhe permitam estar informatizadas, contudo penso que esta questão merece reflexão…não estaremos a saltar uma fase do desenvolvimento tão importante para a construção da personalidade?

E vocês o que acham?


Todas as crianças têm direito à sua privacidade nas mais diversas esferas da sua vida. Não é porque são “pequeninas” que devem ser expostas. A criança é um ser humano como qualquer outro adulto, tem sentimentos, vontades próprias, opiniões e uma história de vida que a caracteriza e que define a sua personalidade. A acompanhá-la existe também uma família, mãe, pai, irmãos…que também têm direito à sua privacidade! 

Este é um assunto que me tem suscitado algumas inquietações não só como mãe, mas também como educadora de infância. Tenho-me deparado na minha prática, e ao longo dos anos, com situações que os adultos acham que não há qualquer mal em falar abertamente da vida de uma criança, que não a sua. Porque é que a criança X ou Y está ausente da escola, se está doente e o que tem, onde mora, o que fazem os pais…entre outras questões que ao longo do tempo tenho ouvido. O meu silêncio, ou um simples “não sei”, têm sido sempre as minhas respostas. 


Mas os anos vão passando, já fui mãe, já está a caminho o segundo filho e muito sinceramente estas questões começam a causar, por vezes, profundo desconforto. Seria importante que todos fizéssemos um exame de consciência e pensássemos se gostaríamos de ver a vida dos nossos filhos expostos na “praça pública”, quer sejam as suas características e feitios, problemas de saúde, questões familiares…por aí fora. Se nós adultos gostamos da nossa privacidade, então devemos também preservar a privacidade dos outros, quer tenham 1, 10 ou 100 anos!


É importante que todos façamos uma reflexão a este nível! Fica a sugestão!

Hoje em dia deparamo-nos com gravidezes mais tardias em idade. Pelas variadíssimas razões, sejam elas de carácter pessoal, profissional, de saúde…etc. Não foi minha intenção engravidar de um segundo filho com esta idade, mas a vida não dá para programar como queremos, é feita de adversidades, contrariedades, surpresas (umas boas, outras menos boas) com as quais temos que saber lidar e contornar, sempre com o enfoque de que iremos conseguir alcançar os nossos objetivos…desistir nunca! A meta que “coloquei” a mim própria eram os 35 anos!!! E porquê??? Entre outras razões, pelo medo de ter que fazer a tal amniocentese!!! Mas os 35 anos chegaram, a gravidez há tanto desejada e esperada também e eis que chega o dia em que o médico obstetra diz “35 anos temos que realizar a amniocentese”! Naquele momento senti um frio na barriga…dúvidas e mais dúvidas. Por um lado era o medo e o fantasma do resultado, mas acima de tudo era o medo do procedimento em si (sim…porque eu sou super medrosa!). No entanto quero partilhar com todas as mães, que poderão eventualmente vir a passar por isto, a minha experiência!
A amniocentese consiste numa punção percutânea do útero que tem como finalidade a retirada de uma certa quantidade de líquido amniótico, deve ser realizada entre as 16 e as 17 semanas de gravidez e permite ao médico verificar se o feto é portador de algum tipo de anomalia congénita.
O dito exame foi realizado pelo meu obstetra, o que para mim foi uma grande segurança, correu lindamente, não senti nada para além de uma ligeira cãibra na barriga e não demorou mais que uns meros 10 segundos! É um procedimento seguro, os movimentos do bebé estão constantemente a ser monitorizados mediante o ecógrafo e o ambiente em que o mesmo decorreu foi de grande tranquilidade e até de boa disposição!
Concluindo, quem eventualmente tiver que passar pelo mesmo, deixem os receios e os medos de lado, não custa mesmo nada e se seguirmos à risca as orientações médicas, no que diz respeito ao repouso, tudo corre pelo melhor! No nosso caso, felizmente, tudo correu lindamente, o antes e o depois, os resultados preliminares chegaram ao fim de 48h o que também nos tranquiliza bastante! É claro que é uma decisão nossa fazer ou não o exame, e existem hoje em dia outros procedimentos não invasivos, mas bastante dispendiosos e que não são comparticipados pelo sistema nacional de saúde, nem por muitos seguros. Para além de serem mais seguros para o bebé, não despistam o mesmo número de anomalias cromossomáticas que a amniocentese. Contudo, depois desta experiência aconselho a quem tiver que passar pelo mesmo que não hesite a fazer, porque viver com o medo de que algo não esteja bem com o nosso bebé até ao fim da gravidez deve ser uma tormenta!
Ah e tem a parte boa de ficarmos logo a saber o sexo do bebé!!!!

Conto-vos a história de alguém muito próximo, provavelmente a história de alguém que cada uma de nós terá muito próximo…
Quando temos um primeiro filho esse acontecimento é vivido, na maioria das vezes e dos casos, com grande alegria e entusiasmo no seio da família e dos amigos. Muitas vezes essa criança para além de primeiro filho é também primeiro neto, sobrinho, etc. Mas depois passa o 1º aniversário, o 2º, o 3º e começam as perguntas “ e para quando um mano?”, “já estava na altura de ter um irmão”, “ um irmão era mesmo o que lhe estava a fazer falta” e por aí adiante como se as pessoas achassem que têm o direito de opinar sobre as decisões das vidas alheias. É certo que na maioria das vezes estas perguntas fazem parte das chamadas conversas de ocasião…mas o problema é que quem pergunta não sabe (nem tem que saber) quais as razões pelas quais não há um irmão. Razões essas que podem ser de várias naturezas, mas acreditem que há razões que custam muito a aceitar para uma mãe e um pai e até mesmo para o filho(a) que já existe!
A história que vos conto é de um casal com um filho de 5 anos que a dada altura começou a fazer sentido alargar a família, dar o tal irmão que há muito era pedido! Tudo normal até aqui, a primeira gravidez tinha decorrido sem sobressaltos, consulta pré-natal feita com sucesso e eis que surge a grande novidade!!! Outro bebé vinha a caminho! Mas a vida e o destino prega partidas e este bebé não passou das 9 semanas de gestação…um balde de água fria…o sonho desfeito de uns pais e de um irmão com 5 anos… Nestas ocasiões é frequente se ouvir coisas como “deixa lá, não tinha que ser” ou “não foi desta será para a próxima”, ou ainda “ o que te aconteceu a ti acontece a muita gente”. Como se aquela mãe a quem lhe acabaram de arrancar um sonho, sentisse a sua dor diminuir por qualquer uma daquelas frases, ou até mesmo por outras mães já terem passado pelo mesmo (esta para mim é das piores…), ninguém devia saber a dor de perder um filho ainda que seja na mais tenra idade de gestação.
Depois destes episódios, para além da dor e cicatrização física, fica também a dor e a cicatrização psicológica, e estas são bem mais difíceis de cicatrizar. Muitos casais optam por não voltar a tentar, tal não é o medo de passar por tudo de novo, outros tentam e rapidamente voltam a ter o seu bebé nos braços, mas há casos bem mais difíceis…Casos em que os anos vão passando, os exames revelam que tudo organicamente funciona dentro da normalidade, mas os meses passam e a tal novidade boa não chega. Fazem-se medicações, tratamentos, uns e outros e nada…e à volta continuam as perguntas “Mas quando é lhe dão um mano?” ,“Ele (a) já está muito grande!”. E cada uma dessas perguntas são mais um “acalcar” numa ferida que teima em não sarar. Nesta história houve um final feliz, três anos após tentativas frustradas, consultas e mais consultas, medicamentos com possíveis efeitos secundários houve uma boa notícia! Agora esta gravidez evolui com sucesso, mas sempre envolta em muita ansiedade e até em algum segredismo inicial, tal era o receio de ver mais um sonho desfeito!
Por isso, em nome desta família e de tantas outras que passam pelo mesmo, deixo um pedido não questionemos as decisões de um casal em ter ou não ter filhos, em ter um ou dois filhos, porque nunca sabemos as razões que estão por detrás de cada decisão e qualquer que ela seja para aquele casal é legítima! Deixo uma sugestão pergunte-mos antes “São felizes???”, isso sim é o fundamental…ser FELIZ!
Nos dias de hoje muito se tem falado sobre a importância da parentalidade positiva, da importância das relações e da vinculação em todo o processo educativo. Criar filhos felizes e resilientes é o principal objetivo dos pais. Mas não terá sido sempre assim???? Não seria já esse o objetivo dos nossos avós quando foram pais? E não seria esse o objetivo dos nossos pais quando nos educaram? Sou leitora assídua de blogs, artigos e livros sobre este tema, o qual me é muito querido. No entanto defendo que não há fórmulas perfeitas, educar não é uma receita como se de uma sobremesa se tratasse. Há que analisar cada família, o seu historial, tudo aquilo que vem de trás. No meu dia-a-dia é muito frequente os pais virem pedir ajuda sobre a forma de lidar com os filhos essencialmente, no que diz respeito às birras, relatando muitas vezes que leram isto ou aquilo sobre parentalidae positiva , mas que não conseguem colocar em prática.

Efetivamente os tempos mudaram e de fato muitos comportamentos e decisões que outrora eram tomados na educação de um filho foram sendo alterados, as prioridades na vida das pessoas foram também evoluindo e tomando outros contornos. Num passado ainda recente era muito comum a dita “palmada” ou “enxota moscas” como lhe queiram chamar, fazer parte do “cardápio” de uma boa educação. Hoje em dia, este tipo de ação está completamente em desuso e ainda bem que assim é, contudo não se pode ir do 8 ao 80. Muito se fala no respeito e nos direitos da criança, mas e os pais???? E o respeito e os deveres que a criança também tem que ter pelos adultos (pais, professores, avós…)????  Assisto diariamente a situações em que os pais se anulam a si próprios, em prol das vontades das crianças, estamos a entrar na era dos “pequenos ditadores”. Famílias em que não se ouve mais musica no carro que não aquela que que os filhos querem, em que a televisão em casa está constantemente no canal dos desenhos animados, que só se vai onde a criança quer….e por aí fora. Importa salientar que os nossos filhos são mais um elemento da nossa família e não o ÚNICO elemento da mesma. Se queremos ter no futuro adultos resilientes, felizes e capazes de viver harmoniosamente em sociedade temos que aprender a dizer “NÃO” quando assim tem de ser, temos que ensiná-los a respeitarem a vontade dos outros e a aprenderem a fazer as suas escolhas, sendo que as mesmas poderão ter consequências e levar a frustrações. Mas a vida é mesmo assim, muitas portas encontramos fechadas e temos que estar dotados das ferramentas e ter mestria para contornar os obstáculos. Se dermos tudo de “mão beijada” à criança como irá ela no futuro tomar decisões assertivas?

Pais felizes criam filhos felizes! E seremos nós, pais, capazes de fazer alguém plenamente feliz se nos anularmos completamente? As crianças precisam de regras, de rotinas fixas, consistentes e persistentes para se regularem e crescerem em harmonia!


Ser mãe foi algo que sempre desejei e ambicionei desde a minha infância, brincar com “bebés”, fingir que era a mãe que cuidava, alimentava e que lhes vestia roupinhas giras sempre foram as minhas brincadeiras de eleição! Esta minha vocação terá, de certa forma, orientado a minha escolha profissional! Mas efectivamente ser MÃE é muito para além de tudo o que descrevi! É um sentimento quase inexplicável é amar um ser que cresceu dentro de nós (ou não) e sentir que cada dia que passa conseguimos amá-lo mais um bocadinho, é sentir como se o nosso coração passasse a viver fora de nós em constante sobressalto!
Ser mãe é de facto uma aventura, mas como em todas as histórias de aventuras é uma experiência povoada de receios, ansiedades, descobertas, incertezas, dúvidas, mas com muitas alegrias e surpresas boas pelo caminho!
A todas as Mulheres que já entraram ou vão entrar no “Desafio da Maternidade” deixo-vos um conselho sigam sempre, mas sempre, a vossa intuição nunca se arrependam das vossas decisões enquanto mães, cuidadoras e responsáveis pela educação dos vossos filhos! Só vocês os conhecem melhor que qualquer outra pessoa.